quarta-feira, julho 10, 2013

Terceiro Encontro - Vamos resenhar?

Sugestão de planejamento:

- O que é resenhar?
- Maneiras de interpretação.
- Exercício de leitura (de contos ou de escolha livre dos exemplares expostos) para interpretação.
- Atividade de descontração: SOM NAS HISTÓRIAS


  • O que é resenhar?
Resenha é uma produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito de acontecimentos culturais ou de obras, com o objetivo de uma apresentação de forma sintetizada, apontando, guiando e convidando o leitor a conhecer tal objeto na integra, ou não (resenha crítica).

Uma resenha deve conter uma análise e um julgamento.

Uma resenha pode ser:

* Descritiva – É o caso dos resumos de livros técnicos, também chamada de resenha técnica ou cientifica. A apreciação, ou o julgamento em uma resenha descritiva julga as ideias do autor, a consistência e a pertinência de suas colocações, ao longo da descrição da obra, ou seja, trata-se de um julgamento de verdade.

* Crítica ou opinativa – Nesse tipo de resenha o conteúdo apresentado é um pouco mais detalhado do que na resenha descritiva, pois os critérios de julgamento são de valor, de beleza da forma, estilo do objeto (acontecimento ou obra). A exploração um pouco maior dos detalhes ocorre devido à necessidade de que o autor da resenha fundamente suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, utilizando outros autores que trabalharam o mesmo tema.

Sugestões para iniciativa:

Pense num livro que gosta muito. Caracterize, com três adjetivos, a personagem que mais lhe chamou a atenção: traços físicos e psicológicos da personagem central. Agora, tenha em mente as seguintes perguntas: 
  1. O enredo apresenta organicidade (inicio – meio – fim) ou trata de episódios mais ou menos pre-existentes para formar sua base?
  2. Qual o clímax? 
  3. Qual a intenção do (a) autor (a) com o desfecho escolhido?
  4. Qual é o tipo de ambiente predominante: físico (a natureza, o campo, a cidade) ou social (algum agrupamento social específico, alguma parcela da comunidade, fábrica, colégio, clube, família)?
  5. Encontrou descrições interessantes? Em caso positivo, transcreva a que mais lhe agradou.
  6. A narração é feita na 1ª ou 3ª pessoa? Em ambos os casos, qual a importância para a repercussão no leitor?
  7. Qual a mensagem que você descobriu na obra? Em que sentido a mensagem da obra contribuiu para o enriquecimento cultural de sua personalidade?
  8. Provocou-lhe reflexões ou foi um simples passatempo?
  9. Acha que valeu a pena ler a obra? Por quê?
  10. Qual o tema especifico de que trata?
  11. Tem valor ainda para nosso tempo?
  • Atividade de descontração
SOM NAS HISTÓRIAS (em cartaz)

O mediador deve narrar a história após explicar que cada aluno deve emitir o som em negrito dentro dos parenteses. Vá animando a participação de todos até que todos estejam se divertindo.

Era uma vez, há muito tempo atrás (tic-tac), um belo príncipe (uau), que queria se casar com uma princesa muito apaixonada (som de beijo).

Um dia o belo príncipe (uau), subiu em seu cavalo Alazão (som de cavalo, batendo no peito ou com os pés) e foi ao encontro da princesa apaixonada (som de beijo).

De repente, no meio do caminho, o belo príncipe (uau), se depara com um enorme leão (som do rugido de um leão). O enorme leão (som do rugido) resolveu atacar o belo príncipe (uau) e o belo príncipe (uau) pegou sua espada (XIP, XIP) e assustou o enorme leão (som de rugido), que saiu correndo de medo.

O belo príncipe (uau) continuou em seu caminho quando de repente a chuva (chuá) começou a cair. Um pingo (bater com um dedo na palma da mão, e cada vez que for aumentando os pingos bater com 2, 3, 4 até bater palmas e aumentar o ritmo, formando grande chuva), dois pingos, três pingos, até formar uma enorme chuva (chuá).

O Belo príncipe (uau) teve que buscar um abrigo para se proteger da chuva (chuá) e esperar até o outro dia. No outro dia, o Belo príncipe (uau) continuou em seu caminho, chegando ao lindo castelo da princesa apaixonada (som de beijo).

Depois de algum tempo (tic-tac), o Belo príncipe (uau), que havia assustado o enorme leão (som de rugido), com sua espada (XIP, XIP) e se escondido da chuva (chuá) pediu a Princesa apaixonada (som de beijo) em casamento, casaram-se (música – até que enfim, até que enfim...) e viveram felizes para sempre.

TEXTO: KLEITON LINHARES

Um Sonho a Mais - Garanta o seu exemplar!

Que tal aproveitar o clima da Oficina e adquirir um romance nacional atual?

Escrito em 2009, tudo o que eu desejava era levar até o fim um sonho antigo, nascido entre as aventuras de Pedro Bandeira na biblioteca da escola onde me formei. Graças a Deus, o livro tem chegado aos leitores mais variados e agora pode chegar até você também.

Geralmente, meus livros só se encontram à venda no site da editora. Mas nesse mês de julho encomendei alguns exemplares para os encontros da Oficina e pude separar alguns (muito pouco mesmo) para oferecer aos que acessam meus Blogs e redes sociais.

Quem não conhece o livro, confira a sinopse:

 
Um Sonho a Mais
Autora: Nanda Meireles
2º Edição - 2013
PerSe
Páginas: 160
Adicione o livro no SKOOB
Sinopse: 
"Fabiana Andrade é uma jovem estudante de 17 anos com um único objetivo, passar no vestibular. 

Criada pela mãe costureira e abandonada pelo pai ainda muito pequena sentiu na pele as dificuldades de uma vida sem planejamento. 

Determinada, tem um sonho: fazer uma boa faculdade, abrir sua própria rede nacional de papelarias e dar a sua batalhadora mãe um bom descanso e uma digna recompensa por todo amor e cuidados dados a sua única filha. 

Um relacionamento era tudo o que ela não precisava, mas o destino lhe prega uma peça. Um antigo e apaixonado amigo é forçado a deixá-la. Uma nova e forte amizade se inicia. 

E um inesperado e arrebatador amor a encontra. Muita coisa acontece antes de Fabi entender a força e veracidade daquele amor. 

Confusões, intrigas, ciúmes, surpresas e decepções fazem de 'Um sonho a mais' uma leitura divertida e viciante."






Os interessados em adquirir o livro ainda levarão de brinde um marcador bem diferente que chamo de Mister Monstrengo.

O valor de tudo é de R$30,00 já com o frete incluído.

Deseja garantir o seu? Então, por favor, entre em contato pelo e-mail:
leiammeulivro@gmail.com que passo os dados para depósito.

Após confirmação da transição, o livro será postado em no máximo três dias.

Aproveitem a oportunidade, pois a promoção é válida até acabarem as unidades que estão aqui. E repito: são muito poucas!

terça-feira, julho 09, 2013

Segundo Encontro - O que é um conto?

Sugestão de planejamento:

- Definição.
- Leitura em voz alta de um conto de Cléo Busatto.
- Interpretação do conto e sugestão de contos mais longos.
- Curiosidade sobre os irmãos Grimm.
- Atividade: Criação de um conto coletivo.

  • O que é um conto? 
O conto é uma obra de ficção, um texto ficcional. Cria um universo de seres e acontecimentos de fantasia ou imaginação. Como todos os textos de ficção, o conto apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo.

Classicamente, diz-se que o conto se define pela sua pequena extensão. Mais curto que a novela ou o romance, o conto tem uma estrutura fechada, desenvolve uma história e tem apenas um clímax. Num romance, a trama desdobra-se em conflitos secundários, o que não acontece com o conto. Por outro lado, o conto é um gênero literário que apresenta uma grande flexibilidade, podendo se aproximar da poesia e da crônica. 

O primeiro passo para a compreensão de um conto é fazer uma leitura corrida do texto, do começo ao fim. Através dela verificamos a extensão do conto, a quantidade de parágrafos, as linhas gerais da história, a linguagem empregada pelo autor. Enfim, pegamos a ideia do texto.

Podemos perguntar também: 
Quem é o autor do texto? 
Seja na internet, numa enciclopédia ou mesmo nos livros didáticos, é bom fazer uma pesquisa sobre o autor do conto, conhecer um pouco sua biografia. É um autor contemporâneo ou mais antigo? É um autor brasileiro ou estrangeiro?

O conto quase nunca é publicado isoladamente. Geralmente ele faz parte de uma obra maior. Por exemplo, o conto "Uma Galinha", de Clarice Lispector, faz parte do livro "Laços de Família".

Depois dessas primeiras informações, podemos fazer uma leitura mais atenta do conto: observar vocábulos e expressões desconhecidas, esclarecer suposições e referências contidas no texto. Também podemos pensar no título do conto. Porque o autor escolheu este título? Este esforço de compreensão qualifica - e muito - a leitura. Torna o leitor mais sensível, mais esperto.

O passo seguinte é fazer a análise do texto. No momento da análise o leitor tem contato com as estruturas da obra, com a sua composição, com a sua organização interna. Para analisar o texto, é bom observar alguns aspectos da sua composição. Algumas perguntas são muito importantes: 
Quem? 
O quê? 
Quando? 
Onde?
Como?
Formular as perguntas e obter as respostas ajuda a conhecer o conto por dentro:

Quais são os personagens principais?
O que acontece na história?
Em que tempo e em que lugar se passa a história narrada?
E algo bem importante: Quem narra? De que jeito? O narrador conta de fora ou ele também é um dos personagens?

Depois dessa análise, fica mais fácil interpretar a obra. Já temos uma base para comentar, comparar, atribuir valor, julgar. Nossa leitura está mais fundamentada. Fica mais fácil responder à pergunta: 

O que você achou do conto?

Classificação de contos minimalistas

Miniconto, ou microconto, ou nanoconto, é uma espécie de conto muito pequeno, produção esta que tem sido associada ao minimalismo.
O guatemalteco Augusto Monterroso é apontado como autor do mais famoso miniconto, escrito com apenas trinta e sete letras:

Quando acordou o dinossauro ainda estava lá

Assim como o estadunidense Ernest Hemingway é autor de outro famoso miniconto. Com apenas vinte e seis letras, mas por trás das quais há toda uma história de tragédia familiar:

Vende-se: sapatos de bebê, sem uso.

O número de letras é importante mas não rígido, normalmente sendo atribuído pelos autores ou organizadores de determinada antologia, e naturalmente divulgados na mesma.
Numa regra geral, a classificação dos contos curtos é feita entro do seguinte padrão:

Nanocontos: Narrativa em até 50 caracteres;
Microcontos: Narrativa entre 50 e 140 caracteres,
Minicontos: Narrativa feita em até 300 palavras.

  • Conto a ser lido em voz alta: 
Dona Cotinha, Tom e Gato Joca, de Cléo Busatto. 
(Reproduzido em cartaz ou papel pardo) 

Em frente a minha casa tem outra casa, pequena, de madeira, azul com janelas brancas. Está no fim de um terreno enorme com muitas árvores. Para mim aquilo é o que chamam de floresta. Tom diz que é um quintal. Ali mora dona Cotinha, uma velhinha que tem cabelos lilás e dirige um Fusquinha vermelho. Esse passou a ser meu esconderijo. Dona Cotinha sempre aparece com um prato de comida. Diz:
- Vem, gatinho. Olha só o que eu trouxe para você.
Sou premiado com sardinha fresca, atum, macarrão. Tenho engordado além da conta. Dia desses estava tomando sol e ouvi o Tom me chamar. O danado sentiu meu cheiro e descobriu meu segredo. Ele estava no portão quando chegou dona Cotinha, no seu Fusquinha.
- Bom dia, menino – disse ela. Já que está em frente à minha casa, faça uma gentileza e abra o portão.
Tom obedeceu. Dona Cotinha afagou minha cabeça e perguntou:
- Este gatinho é seu?
- Sim, senhora.
- Ele é muito educado.
- Obrigado – disse eu, na minha voz de gato.
- No primeiro dia que o vi por aqui, ele entrou na casa e cheirou tudo. Agora, sempre deixo uma comidinha para ele!
- Ah! Mas o Joca não come comida de gente, não, senhora. Só come ração – disse o Tom.
- Come, sim, meu filho. E come de tudo.
Dona Cotinha acabava de denunciar minha gula e o aumento de peso. Continuou:
- Passe aqui no fim da tarde. Faço um bolo de fubá com cobertura de chocolate que é de dar água na boca.
Com água na boca fiquei eu. Naquela tarde voltamos à casa de dona Cotinha. Ela foi logo mostrando pro Tom uma coleção de carrinhos antigos. Era do filho dela, que morreu bem pequeno. Depois nos levou para uma sala repleta de livros. Tom ficou de boca aberta e perguntou:
- A senhora já leu todos esses livros?
- Praticamente todos. Ler foi minha diversão, meu bom vício. Infelizmente meus olhos não ajudam mais. Essa pilha que você está vendo aqui ainda nem foi tocada.
Tom começou a ler em voz alta, e sua voz encheu a sala de seres fantásticos. O tempo parou.
Desse dia em diante, à tardinha, eu e Tom tínhamos uma missão. Abrir os livros de dona Cotinha e deixar os personagens passearem pela casa mágica, no meio da floresta da cidade de pedra. 


Fim.

OBS: Abra um diálogo seguindo como orientação as perguntas para interpretação expostas no início do Post. Sugerir e incentivar que os participantes adquiram na secretária uma pequena seleção de contos que serão interpretados no decorrer da Oficina. Baixe essa seleção aqui.

  • Curiosidade sobre os Irmãos Grimm: (a serem lidas) 
Em dezembro de 1812, os irmãos Jacob (1785-1863) e Wilhelm Grimm (1786-1859) publicaram a primeira versão de Contos maravilhosos infantis e domésticos. Em 86 narrativas, desfilavam princesas, reis, bruxas, animais falantes, duendes e outras criaturas fantásticas.

Colhidos no estado de Hessen, onde os irmãos nasceram, esses primeiros relatos traziam a magia, o humor e o encantamento típicos dos contos de fadas, mas também doses espantosas de crueldade, violência e pulsão sexual.

A intenção da dupla era criar um registro que ajudasse a preservar a tradição alemã e, por isso, procurava manter intacto o cerne de cada relato. No entanto, o sucesso que o livro acabou alcançando entre as crianças fez com que os irmãos passassem a adequar as narrativas ao público infantil nas várias edições que vieram em seguida.

Algumas curiosidades dos contos originais:

Branca de neve – A rainha má é a mãe dela, não a madrasta. Quem acaba com o feitiço não é um beijo, mas um servo irritado que foi obrigado a levar o caixão da Branca pra cima e pra baixo a pedido do príncipe. O servo dá um tapa com raiva nas costas dela e um pedaço da maça em sua garganta voa longe. Sua mãe má é obrigada a dançar com sapatos em brasas até morrer.

Rapunzel – O príncipe sobre a torre toda noite, a fada só descobre quando Rapunzel engravida. Ela é punida com o corte de sua trança e é mandada ao deserto, onde tem gêmeos.

Cinderela – A moça perde seu sapato em uma poça de piche feita a mando o do príncipe que queria prende-la no castelo. As irmãs postiças dela chegam a cortar pedaços dos pés e quase enganam o moço cego de amor.

Site com outras curiosidades: http://conversacult.blogspot.com.br/search/label/a%20verdade%20por%20tr%C3%A1s%20dos%20contos%20de%20fadas

  • Atividade: Criação de um conto coletivo. 
Confira o miniconto criado pelas alunas da primeira Oficina:

Sugestão de arte para a sala da Oficina:

Flores de cartolina. 

Cartolinas coloridas. Desenhe um espiral de no mínimo 4 voltas. Corte-o, enrole para dentro as bordas (dando a impressão da grossura da pétala). Enrole-o e cole com alguns pingos de cola quente. Essa flor é ideal para colar no centro de uma flor maior, com pétalas do tamanho de uma página de revista.

Flores de revista.

Utilizando o molde da pétala inicial, corte sete pétalas de papel. De uma dobrada suave no meio da base e outras duas dobradas, fazendo 3 marcas que devem ser unidas como uma sanfona. Vai colando uma na outra. Depois cole um botão no meio.

FOTO: em breve...

sexta-feira, julho 05, 2013

Miniconto criado dentro da oficina: A Rebelião dos Felinos

Numa tarde chuvosa, sem nada para fazer, fui ao sótão e esbarrei num livro. Decidi abri-lo e descobri que era um diário de uma bruxa. Vi uma foto de uma menina morena muito bonita. Seu nome era Evie.
Essa foto marcava o dia 22 de agosto de 1943.
Recordei-me que nesta data havia acontecido uma coisa que mudou a história. Foi quando ocorreu a rebelião onde nós, os gatos, dominamos o mundo.
Lendo o diário, descobri que quem nos liderava durante a rebelião era a pequena Evie. Meus avós nunca me contaram isso.
Depois do dia datado na foto não havia mais nada no diário. Fiquei curioso e pesquisei na CATnet. Descobri que Evie havia morrido neste mesmo dia e até hoje ninguém sabe o que aconteceu com a menina.

Criado por Rayana Barroso, Anna Soares e Tatiana Oliveira. 



quinta-feira, julho 04, 2013

Primeiro Encontro - Os benefícios da leitura

Sugestão de planejamento:

- Apresentação.
- Diálogo sobre o porquê, como, quando e onde ler.
- Atividade: Palavras na história.

  • Monte cartazes sobre os benefícios da leitura.
Quem tem o hábito de ler:
Aprende com mais facilidade; pronuncia melhor as palavras; comunica-se com mais desenvoltura, desenvolve a criatividade e adquire cultura.

Dicas para ler mais:
·         Deixe sempre um livro à mão; dedique ao menos 15 minutos de leitura diários; evite ler com TV ligada; escolha um lugar de leitura aconchegante; evite ler muito tarde, o cansaço e o relaxamento da leitura podem te dar sono; frequente livrarias e bibliotecas; Não deixe a falta de recurso se tornar uma barreira, procure e se familiarize com as diversas bibliotecas virtuais gratuitas, leia diferentes gêneros da literatura.

  • Apresente os slides sobre "Por que ler?" se os participantes não forem leitores ativos. Esses slides e seus respectivos conteúdos podem ser encontrados AQUI. Ou abra um diálogo aberto sobre gostos e motivações se os participantes já forem leitores ativos.
  • Instrua-os sobre a importância da anotação de ideias. Converse sobre livros já lidos e sugira opções de acesso a literatura diversificada. 
Peça o preenchimento de ficha para registro como essa:

                         Clique na imagem para ampliar

  • Finalize após atividade dinâmica PALAVRAS NA HISTÓRIA.
Peça aos participantes que cada um diga a primeira palavra que vier à mente. Anote-as num quadro. Escolha uma história unilateralmente conhecida (como a Cinderela). Explique a todos que cada um deverá contar um pedaço da história, mas deverão incluir uma das palavras na história. Vale tudo na hora da criatividade, desde que o início e o fim permaneçam fieis à história inicial.